
Uma missão com migrantes e refugiados à luz da Aliança de Amor
A psicóloga Rosario Lira nos fala sobre seu trabalho com migrantes e refugiados à luz da Aliança de Amor.

A psicóloga Rosario Lira nos fala sobre seu trabalho com migrantes e refugiados à luz da Aliança de Amor.

Hoje celebramos o Santíssimo Nome de Maria. Nesse dia especial, vamos conhecer um projeto que “dá nome” às crianças de rua

A Irmã M. Emmanuela Ghioldi foi homenageada com o prêmio Prix-FAGS pelo trabalho de sua vida. Ela é enfermeira em Burundi

O desejo do Papa Francisco é um convite a rezar para que os líderes políticos estejam a serviço de seu povo. A política é uma forma de caridade.

Hoje é o Dia Mundial dos Avós e Idosos e nossos irmãos schoenstattianos de Burundi compartilham suas experiências práticas.

Na preparação para os Jogos Olímpicos, unindo fé e vida, gostaria de partilhar algumas reflexões sobre esporte e fé.

O Rio Grande do Sul, Brasil, está sofrendo seu pior desastre natural da história. As Irmãs de Maria de Schoenstatt formam uma corrente de apoio para ajudar.

Um deslizamento de terra atingiu a região do Centro de Schoenstatt de Mutumba, em Burundi, na África. 2.485 moradores locais estão desabrigados e sem eletricidade. A Família de Schoenstatt conta com apoio espiritual e material.

Queremos o fim das guerras e conflitos no mundo todo, mas, infelizmente, não conseguimos impedir os ataques e diminuir as tensões globais. O que fazer? A resposta vem da Aliança de Amor, que nos ajuda a construir um caminho de paz na vida diária. O mundo precisa de uma resposta urgente!

Missionando no paraíso: A Família de Schoenstatt de Pozuelo passou a última Semana Santa realizando Missões Familiares na paradisíaca ilha de Formentera, na Espanha.

“As pessoas que vêm até nós para rezar e participar da Santa Missa estão no início de sua jornada espiritual e formação. Elas precisam até mesmo aprender a fazer o sinal da cruz e se familiarizar com muitas orações católicas básicas”… Conheça o trabalho realizado pelos Padres de Schoenstatt no estado de Punjab, no norte da Índia.

Vivemos um tempo de grande saturação digital. Em média, a população mundial passa 6 horas e 37 minutos por dia em frente às telas [1]. Justamente por isso, muitas pessoas abriram mão, ou reduziram, o período de conexão durante a quaresma. O que podemos aprender com isso? O que levar para a vida após a Páscoa?